16.1.10

Portishead - Dummy

 

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Portishead

Disco: Dummy (1994)

Se o chamado "trip hop" nasceu do âmago de Blue Lines (1991) debut dos Massive Attack, em Dummy (1994) ele aconteceu para o mundo e influênciou toda uma geração de "trip hoppes" na década de 90 até hoje. Quando os teclados  fantasmagoricos de "Mysterons" deslizam por nossos sentidos, entramos no universo urbano e sintético de Beth Ginbons e Geoff Barrow. Um mundo sombrio entre samples e distorções de guitarras fragmentadas e discos riscado num ambiente sudutor e sufocante. Passando pelos becos roboticos de "Strangers", pelo jazz elegante de "It Could Be Sweet", o piano minimalistas e gótico de It's a Fire. Pela irressístivel Round... Beth Ginbons é o fio condutor pelo espaços vazios de alguma esquina perdida na nossa consciência multipla. Dummy se funde com tardes chuvosas e relaxamentos vestiginosos, impregna como um vicio, arrasta-nos para um estado de calmaria instigante, é daqueles momentos raros, onde um disco consegue cobrir todos os espaços e completar o ambiente com sobras e beleza. A tona de um ábum clássico.

 

 

Para ouvidos entorpecidos por: Massive Attack, Cocteau Twins, Alpha

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