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31.8.12

Floating Points - Danger (EP)

 

Floating Point

 

Álbum: Danger (2011) EP

 

Voltando à ordem com Sam Shepherd e sua maestria loops psicótica, celestial, entre o vácuo e o delírio onipresente. Danger é um resíduo de linhas obscuras que progridem como uma correnteza desaguando na imaterialidade rítmica sem movimento fixo, sem bordas, sem chão melhor dizendo. Base central da quimera do mestre Floating Point, um mergulho quase científico numa geometria deslineante, um minúsculo instante capaz de longas maresias sintéticas.

 

Para ouvidos entorpecidos por: Floating Point, James Holden, Tangerina Dream, Klaus Shulze, bebidas coloridas.


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20.1.12

Floating_Points—Shadows (2011)

Floating_Points

Disco—Shadows (2011)

No Final da última década o jovem produtor inglês Sam Shepherd se tornou uma espécie de “mito” prodígio das gravadoras e suas parcerias com a vanguarda eletrônica se tornaram constante e promissora. Desde 'For You/Radiality' (Eglo records) – Eglo é um selo criado por ele -  seus minúsculos e intricados Eps, mostraram o crescimento de suas trilhas como um gênio em larga escala rumo ao transcendentalismo techno experimental. Ouça ‘Vacuum Boogie’, e ‘Love Me Like This’ e entenda.

Shadows é mais um  prova que Floating Points possui assustadoramente o domínio do percurso quântico, atravessando em múltiplas camadas as paisagens que teimam em se desdobrar enquanto inevitavelmente abrimos as portas do silêncio.

Se tanto em “myrtle_avenue” como “Obfuse” há camadas de loops de bateria que em algum momento parecem se sobrepor, nossos ouvidos devem estar preparados para desvendar pequenas perfurações metafísicas - na rigidez dos movimentos - criando ambientes solares – não menos irreais na verdade – dentro das sintéticas performances da música.

A tensão pós-dubstep/jazz/house das duas primeiras faixas é invertida em ambientação entrelaçada agora em sedutoras incursos por terrenos escuros em “-realise”, onde loops servem como chão inconstante que parece querer afundar se pisarmos sem atenção. Floating definitivamente é mestre na criação de camadas se sobrepondo mas que ao mesmo tempo não se agridem – muitas das vezes jogando a percepção de algumas para segundo plano – mas aqui todas elas parecem em primeira pessoa, recriando uma ilusão auditiva de triplas sonoridades techno-sônicas.

Essa tese sonora permanece em “arp3”: Um túnel de sensações recombina-se numa pista inacreditalmente translúcida – onde Point parece friamente calcular as equações com precisão cirúrgica – O lisérgico resultado não parece nenhum devaneio andróide e sim a evidência de estarmos no limiar de um resultado até então inexplorado – sem dúvida uma das obras primas desse disco.

Se é de um túnel de sensações que falávamos “sais” traz o final dele em passagem pelos mais cotidianos fluidos das cidades. A elegância do jazz com o minimalismo techno e a sutileza –metamórfosica de Point- cria uma espécie de física futurística que não precisamos compreender  e sim recriar suas alterações do espaço em nossas capsulas cerebrais em ácidas sensações de expansão. Um dos melhores discos de 2011.

Para ouvidos entorpecidos por: Física Quântica, Jazz space, Techno experimental, Garage, minimalismos sintéticos, lisérgicas pistas.


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17.7.10

Sam Sheperd/Floating Points

Sam Sheperd

Projeto: Floating points

O jovem menino prodígio da terra da rainha Sam Sheperd com seu projeto de infinitas dimensões (Floating points) é uma dos grandes "achados" da eletrônica contemporânea. Sua música horizontal diga-se espacial diga-se sem interferência da gravidade  se une e se espalha  como pontos flutuantes inimagináveis apontando para o futuro além da galáxia...

Remix

Remix

Remix

Remix

 

Para ouvidos entorpecidos por: IDM, Novidades tecnológicas, cosmogonia, space jazz.

31.1.10