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30.8.11

Paul Kalkbrenner – Reworks (2006)

Paul Kalkbrenner

 

Disco: Reworks – (2006)

 

Para celebrar o lançamento de “Wieder Icke” e enquanto não coloco a mão nesse álbum, registro aqui as “preferidas” de Paul Kalkbrenner. Com base em Berlim, o produtor reúne: Ellen Allien,Modeselektor, Sascha Funke, Ellen Allien & Apparat, Joris Voorn e Mayer Michael numa pista hipnótica;onde os beats agem como curto circuitos;já no meio de uma madrugada ácida.

Para ouvidos entorpecidos por: Copos coloridos, remisturas, festa entre amigos, conversas paralelas, depois de uma chuva.


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25.8.11

AUDIOFLY - FOLLOW MY LIEBE (2011)

AUDIOFLY

Disco - FOLLOW MY LIEBE (2011)

 

Debut do italiano Luca Saporito do inglês Anthony Middleton, juntos eles formam o duo Audiofly. Mesmo com a parceria rendendo desde 2002, fundindo suas próprias experiências e devaneios techno, eletro house diversos e pistas sedutoras, só agora eles resolveram lançar seu disco.

Follow My Liebe é essa reunião horizontal por vezes mergulhadas em beats ondulantes, vozes espremidas, diálogos soltos em meio a contratempos lúdicos da dupla. O disco sai pela alemã “physical-music ” e rende paisagens múltiplas que buscam o entorpecimento lento, como uma faísca que teima em se mostrar perigosamente atraente.

Para ouvidos entorpecidos por: Chllngr, Jon Convex, Ellen Allien e pequenos antídotos noturnos.


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10.8.11

Instra:mental - Resolution 653

Instra:mental

 

Disco - Resolution 653 (2011)

 

Alexander Verde e Damon Kirkham vem jogando ao logos dos últimos anos peças dubsteps com influência drum 'n bass mas todo esse material uni-se a novos signos para seu, debut, Resolution 653.

Se a faixa de abertura “Sun Rec” protagoniza a ambientação sintética para prepararmos nossa alma para incursões pelo vastos campos sampleados, “User” chama para um pista horizontal entidades como Kraftwerk, num devaneio certeiro e nórdico. “8” traz vocais eletros e camadas robóticas simétricas

O disco é um passeio por dentro de um organismo maquinário vivo, que temos que decodificar suas portas, suas Lpt1 alienígenas, para seguirmos viagem pelos becos e descampados de um mundo, onde a máquina geme pequenos cálculos, feitos, para nos confundir a realidade.

 

 

 

Para ouvidos entorpecidos por: Kraftwerk, Neu, Sandwell Distric, Inteligência artificial e futurismo

5.8.11

Bruno Pronsato-Lovers Do (2011)

Bruno_Pronsato

 

Disco_-_Lovers_Do_(2011)

 

Texturas. É a síntese de “Lovers Do” novo trabalho do produtor americano Bruno Pronsato. Seu terceiro percurso pelas artérias profundas do techno – vugo a música da nossa geração – é um daqueles monólitos raros, penetrando no esquizofrênicos delírios sub jazz com vozes que recombinam cliques perturbados por paisagens hipnóticas. Colagens que remetem a becos da inconsciência.

Lovers_Don't a faixa de abertura já é uma carta de intensões, onde fragmentos se juntam e erguem-se recheios sintéticos com caldos horizontais. A pista gira criando novas conexões com o cyberspaço e nós  deixamos a realidade nos procurar entre os feixes irreais.

Para ouvidos entorpecidos por: Luciano, Phoiod, Robag Wruhme, coquetéis e noites movimentadas.

Mais de >  bruno pronsato

 

3.6.11

22.5.11

Robag Wruhme - Thora Vukk

Robag Wruhme

 

Disco - Thora Vukk (2011)

 

 

 

O álbum de estréia do produtor Robag Wruhme, é uma coleção de colagens harmônicas que se entrelaçam, como num baile beats, onde delicados devaneios vão se esculpindo nas pontas dos pés dos nossos sentidos. O designer sonoro é impecável, onde parecemos estar dentro da mente cinzenta de algum desconhecido que vaga pela cidade a procura de um antídoto para sua inercia desoladora, que no fundo revela-se intensa e profícua.

 

Produtor com participações em vários discos em canções remixadas, conhecido pelo trabalho no Wighnomy Brothers, parcerias com Isolée, releituras de Luciano, Thora Vukk já era um dos discos mais esperados da cena, e não decepciona. Sua vasta gama de possibilidades, revela-se uma das grandes qualidades, coeso, por vezes obscuro, IDM, com dosagens Techno, o disco fragmenta-se em pequenas organismos, mas uni-se em longas paisagens que modulam o ambiente, o deixando vasto, arquitetônico, longos braços que desbravam o desconhecido para depois mergulhar sua mente em ensolarados percursos sintéticos. Já candidato a clássico no futurístico e inominável universo eletrônico.

 

 

Para ouvidos entorpecidos por: Isolee, Ricardo Villalobos, Prommer_And_Barck

 

 

 

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11.5.11

21.4.11

30.3.11

4.12.10

2.12.10

Thomas Muller - Mindre [2009]

Thomas Muller

Disco: Mindre [2009]

Sedutoras batidas permeiam os beats idms de Thomas Muller em seu “Mindre”. O Nome poderia remeter a mais um ser cyborg de Berlim, vugo, capital do techno. Mas o jovem francês, sim, radiacado em Berlim, destila sublinearidades em sua terceira investida pelo fascinante mundo sintético. Logo na abertura “rebirth” impressiona e relaxa com sua pulsação quase indançavel, mas a guitarra em progressivos fraseados entopem nossos anseios tecnologico com pitadas de abismos virtuais cheio de dimensões. “string_slap” mantêm a pulsação adicionando sussurros entrecortados em “music_98” a atmosfera é centrada nos beats onde resquicios percussivos são engolidos por longos feixes de luz desenhados nas paredes do nosso cerebro. Belo disco.

 

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Para ouvidos entorpecidos por: Alex Smoke,Moderat,Thomas_Fehlmann

 

 

Link> Thomas_Muller_-_Mindre_2009

7.8.10

Jeff Mills - The Occurrence

Jeff Mills

Disco:  The Occurrence [2010]

Uma das grandes razões "filosóficas" da música hoje em dia é...Onde o Techno/música eletrônica vai parar? Alguns dos alienigenas, digo cyborgs, digo, genios, digo...Djs, estão tão longe que só é possivel ver seu rastro com um olhar bem profundo sobre a própria razão e contemporaneidade da música da nossa geração. Jeff Mills lendária figura do Techno de Detroit apresenta sua releitura do espaço sideral e atira com um raio laser no pulmão da gravidade.

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Para ouvidos entorpecidos por: Espaço sideral, Star trek, Techno de Berlim & Detroit, física quântica

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25.7.10

Modeselektor - Happy Birthday

Modeselektor

Disco:  Happy Birthday (2007)

Gernot Bronsert e Sebastian Szary são cyborgs nascidos em Berlim que pretendem misturar nossas percepções num calderação que chips desordenados que passam pelo Techno, Hip Hop, dark, black, idm e ácidos coloridos que o trazem para dentro da vanguarda alemã. Happy Birthday, segundo disco da dupla, traz um leque de partipações emblemáticas, como Thom Yorke, Apparat e Máximo Park. Funde-se em peças delirantes não menos irresponsavelmente futuristicas que parecem saidas da mente de um androide com sérios disturbios genialmente criativos.

Para ouvidos entorpecidos por: Ellen Allien, Apparat, Tricky

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20.7.10

Set/ DJ Chikontronic (D.A.D.)

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Nascido em 1982 na pequena cidade de Porto Trombetas-Pa (município de Oriximiná), Francisco da Silva Vieira Júnior, mais conhecido como Chicão sempre foi um apaixonado pela dance music desde menino comprador assíduo dos Lp’s do DJ Irai Campos, daí crescendo com a musicalidade da capoeira aprendeu a fazer e tocar diversos instrumentos percurssivos. Pode, também, ter seu primeiro contato com a arte do dj através de um curso em fitas de vídeo desenvolvido pelo próprio Irai, mas ficou na teoria, pois equipamento algum havia para prática.


Em 2000 passou a morar em Belém em busca de novas oportunidades aperfeiçoando sua técnica em ornamentação e toque de instrumentos de percussão em bandas de hip-hop como Subversão Verbal e MBGC e passou também a acompanhar os trabalhos do DJ Morcegão que desenvolvia bailes e competições de “b-boy” em frente o Mercado de São Brás; assim como DJ Coiote tocando Tribal House na Boite Reduto e DJ Benjamin que em 2001 o conheceu no The Blue num projeto do coletivo cotonete.


Para encurtar a distância entre a falta de equipamento e o desejo de se tornar DJ concluiu um curso pela Jovem Pan com o Dj Jefferson e Ivan Davis para ter contato com cdjs e outro com o DJ Coiote no qual teve contato com toca discos mais veio mesmo desenvolver técnica realmente no estúdio do experiente Dj Betuel.


Definindo-se então na cena eletrônica como um dos maiores representantes do HOUSE e MINIMAL em Belém; intitulados em selos como Paso-music, Kailash, Terminal M, Moon Harbour, Out of Orbit, Cray1Labworks, MemoTwo, Balkon, Kompakt, PunchFunk, Geophone, Dahlbäck, Phisical, Cat:Done, entre outros. Já tocou em diversos eventos de grande porte em boates como Zeppellin, Cyber-Boteco(Projeto Feel the Vibe), ConnectionClub (Projeto Electro-Sunday), entre outros eventos tocou no Tierra Progressiva ao lado do Forza; Tenda Motomix do Fest Rock 2006 ao lado de Mara Bruiser, Snoop, Xis, Pil Marques, Gataka live, Shift live, Renato Lopes, Dimitri Nakov, Matam; no Projeto Insanity tocou ao lado Flávio Grifo, Syrrus e KilerBuds; no Projeto LSDance tocou ao lado de Dj Pateta, Dj Pedrão entre outros.


Atualmente tem seu trabalho reconhecido em diversos projetos que idealizou entre eles o coletivo e-unknown que completou um ano promovendo eventos em pró da cultura eletrônica, informação e lazer; refinados com muito house, electro, minimal, techno, breaks e tech-house; que definem o perfil dos eventos que promove e agora com o projeto MICRÓBIO que em parceria com DJ Nando idealiza num futuro próximo live e produções independentes de minimal.

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DJ Chikontronic Set - 18-10-2009

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17.7.10

Sam Sheperd/Floating Points

Sam Sheperd

Projeto: Floating points

O jovem menino prodígio da terra da rainha Sam Sheperd com seu projeto de infinitas dimensões (Floating points) é uma dos grandes "achados" da eletrônica contemporânea. Sua música horizontal diga-se espacial diga-se sem interferência da gravidade  se une e se espalha  como pontos flutuantes inimagináveis apontando para o futuro além da galáxia...

Remix

Remix

Remix

Remix

 

Para ouvidos entorpecidos por: IDM, Novidades tecnológicas, cosmogonia, space jazz.

13.7.10

Crítica/Actress-Splazsh

O regresso a Hazyville: estranho lugarejo onde o fascínio tecnológico convoca o medo racional do amanhã.

Por: Rafael Santos

O aviso de advertência fica, desde já, para quem não gosta do esforço que alguma música exige do espírito humano. Porque quem andar musicalmente desamparado poderá tropeçar – no dia que se cruzar com este disco – na ravina que conduzirá a sua animosidade fatalmente para uma obscura caverna urbana repleta de paredes mutantes, sombras enlameadas, andróides montados do avesso, distorções na continuidade do espaço, aranhiços metálicos ou almas atormentadas a vociferar para o vácuo e de lá sair desconfiado que existe mais vida para além do que percepciona. Excesso de ficção-cientifica de segunda categoria para caracterizar um disco como Splazsh? Talvez.

Mas apesar da caracterização exagerada, talvez seja ela mesmo a mais precisa para descrever tão deslocada realidade sonora.
Ao segundo tombo Darren Cunningham não perdoa. Se Hazyville era um bizarro exemplo de como se poderia pegar nos elementos básicos do house de Chicago, o techno de Detroit, dubstep londrino ou o r&b sem código postal definido, dissecá-los para depois urdir uma argamassa obscura sem talhe pré-definido, Splazsh arrepia caminho nas mesmas avenidas repletas de imprevisíveis ravinas. Desta vez o bafo da novidade passa pela introdução de discretos elementos que abrem o leque de Cunningham à mais pura especulação.

Junta-se, então, ao díscolo empastado que já conhecíamos abstractos elementos funk maquinal, esperma electro e tribalismo urbano com espasmos reminiscentes do imaginário jack. Mas, para que fique claro – e ironicamente –, fazer dançar não é definitivamente o objectivo deste estranho objecto conceptual.


Será obrigatória alguma passividade nos circuitos que transportam os sons dos tímpanos até à massa cinzenta. A resistência a Splazsh é inevitável até para quem se predispõe regularmente à divagação nos híbridos sonoros que por aí vão aparecendo. Não valerá a pena catalogação, porque o que aqui se descobre é de facto distorcido, contorcido e retorcido, é frio seco que queima a pele mais protegida, são ambientes de nebulosidade pesada onde se passeiam espíritos com causas pouco transparentes. E não se pense uma vez mais que as descrições inspiradas em series sci-fi soturnas são despropositadas, porque deste desumano e singular facto estético de baixa definição poderão muitos futuros autores de ficção-cientifica retirar inspiração para criar ambientes peculiares que enriquecerão o imaginário futurista dos seus leitores. Excepcional.

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Para ouvidos entorpecidos por: Autchere, aphex twin, Neu!.

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Matéria encontrada em> Bodyspace

 

24.6.10

Ricardo_Villalobos_-_Alcachofa

Ricardo Villalobos

Disco: Alcachofa (2003)

O chileno Ricardo Villalobos é praticamente um cidadão da terra do techno, Berlim. Depois de fugir com sua familia da ditadura, não imaginária que seus beats roboticos -milhas de distancias futuristas – se tornaria um sagrado atestado de genialidade sonora sublimemente representada pela obra prima  Alcachofa. O monolito é a porta de entrada para hipnoticas passagens subterraneas onde somos afogados num mar metálico de certezas sensoriais, cheios de dúvidas de onde vamos parar. O chamado “microhouse” funde-se numa gama de fragmentos que dialogam na flutuação dos nossos sentidos, se dilatando pelos universos e pistas - de Berlim à saturno - e tornaria o som de Ricardo Villalobos uma galáxias por si só.

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Para Ouvidos entorpecidos por: James_Holden, Anderson Noise, Ellen Allien

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23.6.10

James Holden - The_Idiots_Are_Winning

James Holden

disco: - The Idiots Are Winning (2006)

Ouvir as primeiras batidas de “Lump” é começar a ser seduzido para dentro do subsolo sintético de um dos meninos prodigios da terra da rainha, James Alexander Holden Goodale. Lançado em 2006, The Idiots Are Winning traz canções quebradas que se mutabilizam em frequências alucinantes, percussões alienigenas, beats sobrepostos, como um rádio deixado em algum planeta distante, que fora de sintonia, emite ondas sonoras confusas pelo espaço. Um verdadeiro artefato que vicia como um antídoto espectral.

idiots

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Para ouvindos entorpecidos por: Flying lutus, Four Tet, Nathan Fake

 

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21.6.10