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12.8.11

Monolake_-_Gravity (2000)

Monolake

 

Disco_-_Gravity (2000)

 

O techno experimental da melhor escola alemã bate forte em mais uma obra de arte do visionário Robert Henke em seu projeto Monolake. A falta de gravidade pode afetar as mentes com pés fincados em melodias ou bases instrumentais, mas quem abraça sensorialidade que um som pode produzir, encontrar em “Gravity” uma verdadeira capsula pronta a ser engolida por todos os sentidos.

Seus oito pequenos artefatos são sensores colocados em nossas mentes, onde sobrevoamos as mais longínquas paisagens cibernéticas e violamos as mais caras leis da física. Fica a pergunta, a gravidade age sobre a música?

Apesar da idade – pouca mais de dez anos separam esse lançamento – O visionaríssimo supersônico de Robert Henke e seus amigos astronautas eletrônicos nesse projeto Monolake, continua atual, absurdamente inexplorado, incrivelmente atemporal. Numa época onde o techno se recria indomavelmente, Gravity é como um planeta desconhecido dentro de nós mesmo rumo ao cyberspaço sonoros.

para ouvidos entorpecidos por: Física quântica, música sem gravidade, cosmo musica, techno cabeçudo, Berlim, ácidos e cogumelos e o filme PI.

11.8.11

Monolake - Momentum

Monolake

 

Disco – Momentum (2003)

 

Robert Henke é uma antidade na criação de sons, engenharia e criação de sofwares nesse século XXI. Ableton AG, sua empresa, dona da poderosa plataforma de audio para criação, manipulação, edição de sons (Ableton) faz a cabeça de produtor. dj, e pessoas ligadas a engenharia de som em larguissima escalas por todo o mundo. também é o idealizador do incrível  software “Atlantic Waves” que torna possível tocar com outros produtor em várias partes do planeta, numa especia de conferencia sonora absuarda. 

Mas além de engenheiro de softs, Robert Henke é um dos mais cabeçudos produtores da cena alemã, sobretudo com seu ousado projeto “Monolake”

Fundado por Gerhard Behles (com extensa discografia na cena de Berlim)  e Robert Henke e logo depois com a antrada de Torsten Pröfrock, os Monolake cometeram a criação de um artefato de linguagem decodificada em cálculos até então desconhecidos em sua música, que passei por ambientes techno cyborgs, longos rios sinteticos onde as paisagens são processadas com complexos jogos matemáticos e Momentum (2003) é a mais pura anti-materia sonora.

Esteja preparado, Momentum seria como a trilha sonora de um mundo feito por softwares, longas avenidas feita de processadores, intrincados becos exóticos de comandas expecificos, paisagens frias que se perdem em meio ao aglomerados de códicos numa harmonia assustadoramente não-hunama, numa singularidade pós-futurísticas. num apocalipse tecnologico onde tudo funciona sem interferencias manuais. Entregue-se nas próximas horas e entende porque o techno é a música da nossa geração.

 

Para ouvidos entorpecidos por: Softwares, sequenciadores de sons, platarformas midi, alta tecnologia, cyborgs, clonagem, Philip K. Dic, William Gibson, techno e androides.

 

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