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6.9.12

Jeff Mills - A Retrospective Of Axis Records'

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Jeff Mills – o mestre cyborg Techno – é uma das bases do estilo criado em Detroit e uma verdadeira entidade artística, sintética, inclassificável, comemora os 20 anos da obrigatória Axis Records, selo que o mestre fundou em 1992.

Para celebrar uma compilação de 26 temas, percorre as superfícies da história da gravadora, objeto de culto e plataforma que serviu para os lançamentos mais lisérgicos de Mills até hoje. “Sequence: A Retrospective Of Axis Records” virá num cd duplo e mais um livro escrito pelo próprio produtor contando a história marciana do lendário selo.

O material inclui “Mutant Theory” (parceria de Mills e Robert Hood) e grandes clássicos alienígenas da Axis. Com seus decks espaciais, registros ao vivo, peças de trilhas, mostram um vasto e soberbo material que fará parte da história do Techno, onde Jeff ajudou a definir como um dos estilos musicais mais desafiados de todos os tempos.

Conheça o alinhamento:

1. Tranquilizer EP (AX-001) 1992 “Mutant Theory”
2. Mecca EP (AX-004) 1993 “Step To Enchantment” (stringent mix)
3. Drama EP (AX-006) 1993 “Suspense” remix version
4. Cycle 30 EP (AX-008) 1994 “Utopia”
5. Growth EP (AX-010 1994 “Growth”
6. Purpose Maker EP (AX-011) 1995 “Casa”
7. Humana EP (AX-012) 1995 “Gamma Player”
8. Very EP (AX-016) 1996 “Normalism”
9. Tomorrow EP (AX-018) 1997 “What if”
10. Live Series (PM-007) 1998 “5 minutes, 29 seconds at The Rex – Paris
11. Apollo EP (AX-019.5) 1999 “Starless”
12. Metropolis CD/EP 2000 “Perfecture”
13. Preview EP 2001 “Glen21″
14. Every Dog Has Its Day Vol. 1-3 2002 “composite EDHID review
15. See The Light 1-3 2003 “A “seethelight” mix” – 7 minute mix
16. The Tomorrow Time Forgot 2004 “Man Made”
17. Suspense/Dramatized” 2005 “Dramatized”
18. Blade Runner (AX-044) 2006 “Deckard”
19. One Man Spaceship 2006 “The Art Of Barrier Breaking”
20. Systematic/The Sin (AX-048) 2007 “The Sin”
21. Alpha Centauri EP 2008 “Alpha Centauri”
22. The Good Robot (AX-055) 2009 “composite The Good Robot review
23. Sleeper Wakes CD 2010 “Space walk”
24. The Occurrence 2010 “CD segment excerpt”
25. The Power EP 2011 “Microbe”
26. The Messenger CD 2012 “Industry Of Dreams”

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9.9.11

1.9.11

Jeff Mills – 2087 (2011)

Jeff Mills

 

Disco – 2087 (2011)

 

O ano é 2087, o ser humano é proibido de pensa por si mesmo e todos são controlados pelo governo, essa é a base para Cyborg 2087 – filme dirigido por Franklin Adreon em meados dos ano 60 e foi a inspiração necessária para o mestre Jeff Mills assinar mais uma inacreditável obra de arte do Techno.

Se o cyborg criado por Arthur C. Pierce para a película volta do futuro afim de evitar que uma descoberta irá colocar em risco o futuro da humanidade, Jeff Mills parece residir lá, nas dimensões longínquas de um futurismo minimalista centrado no Techno; para abrir complexos dispositivos onde só ele sabe decodificar sua linguagem.

O ano é 2011 e “2087” é um mergulho num antídoto, onde nossas sentidos em miniatura, passam a fazer parte de um intricado jogo de percepções; no meio, nossas coordenadas apontam para extremidades exóticas, feixes sintéticos que preenchem os mais diversos campos do nosso sistema nervoso, nossa atividade cerebral é uma cobaia para experiências; inigualáveis, onde o mestre ergue camadas sobrepostas que se diluem nas taças do tempo; recombinando movimentos, samplers progressivos saem dos poros das moléculas sonoras, fascinante delírios de repetições fragmentárias, andamentos que seguem pistas não lineares que desafiam as leis da física e a desmontam na pista, onde voltamos lisérgicos de nós mesmo, (ouça Programmed To Kill e entenda) tudo sob a batuta de uma lenda…Jeff Mills.

Obra de arte.

Para ouvidos entorpecidos por: Techno, Cyborgs, pistas hipnóticas, filmes futurísticos, capsulas surreais, Jeff Mills.


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

 

19.8.11

Jeff Mills - The Power (Axis [AXCD042]) - 2011

 

Jeff Mills

 

Disco – The Power (2011)

 

Se para a ciência, o universo ainda é um mistério fascinante e desafiador, para Jeff Mills é a matéria prima necessária para percursos inacreditáveis, tendo o Techno (a música dos nossos tempos) como base para seus cálculos astronômicos.

O lendário produtor de Detroit é um aficionado por ficção cientifica e falando mais expecificamente, por The Sleeper Awakes. Um romance de HG Welles sobre um homem que dorme a acorda num futuro distante numa Londres longínqua. E parece ser esse futurismo pensado, os mecanismos do intrigante mergulho Techno-cósmico de, The Power, seu mais novo trabalho.

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Se The_Occurrence (2010) Mills já excursionava pelas mais profundas anti matéria sonoras, cometendo um dos discos mais fascinante dos últimos anos, The Power não contem nenhum rastro de gravidade, Mills parece pilotar por dentro de um vácuo Hi-Tech indomável onde observamos –chapados – a colisão das galáxias e luzes incapazes de resistir aos buracos negros.

Faixas como “Hallucinations” são verdadeiras peças desafiadores e mostra o controle mítico sobre todas as moléculas do seu próprio delírio. “The Exchange” nos arremessa em névoas metálicas fantasmagóricas. “"Microbe” chapa com sua ambiência para pista horizontais que sedutoramente nos toma com elegância.  “Máquina Contact” é um exótico monólito abandonado por civilizações incalculáveis. São algumas das faixas que reseta nossa percepção de realidade e nos convida ao transe.

Se Jeff Mills fosse o personagem de “The Sleeper Awakes” diria que ele não dormiu mais de 200 anos e sim, viajou até mais extremas fronteiras do cosmo e lá produziu peças formadas com desconhecidas leis da física. Já dentro de sua capsula, despertou com esse mais novo artefato. Atemporal como as grandes singularidades do espaço.

 

Para ouvidos entorpecidos por: HG Welles, Paraísos artificiais, astronomia, sondas distantes, Techno cabeçudo e lisérgica futurísticas.

17.11.10

7.8.10

Jeff Mills - The Occurrence

Jeff Mills

Disco:  The Occurrence [2010]

Uma das grandes razões "filosóficas" da música hoje em dia é...Onde o Techno/música eletrônica vai parar? Alguns dos alienigenas, digo cyborgs, digo, genios, digo...Djs, estão tão longe que só é possivel ver seu rastro com um olhar bem profundo sobre a própria razão e contemporaneidade da música da nossa geração. Jeff Mills lendária figura do Techno de Detroit apresenta sua releitura do espaço sideral e atira com um raio laser no pulmão da gravidade.

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Para ouvidos entorpecidos por: Espaço sideral, Star trek, Techno de Berlim & Detroit, física quântica

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Capa

 

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