Mostrando postagens com marcador Minimalist. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Minimalist. Mostrar todas as postagens

4.9.12

OBJEKT - Cactus (2012)

http://kickoutthejam.files.wordpress.com/2012/01/objekt.jpeg

 

Objekt

 

Álbum: Cactus (2012) Single

 

Frequências são emitidas por softwares esquecidos num delírio interplanetário inacreditável. Suas ondas mesmo repletas de obturações e movimentos retrabalhados tem a missão reconfigurar nossos sentidos para futuras viagens, onde seremos parte de uma experiência ancestral não menos futurística. Esse é o password de Cactus, um pequeno single ou um monólito que devemos decodificar para achar mensagens? bem vindo a mais um achado dos inorgânicos Objekt.

http://www.thedailystreet.co.uk/wp-content/themes/thedailystreet/images/2012/01/Objekt-Cactus-Porcupine-Hessle-Audio-HES019.jpg

 

Para ouvidor entorpecidos por: Aphex Twin, Controladores, softwares, Techno, minimalismo, tecnologias.


2.9.11

Pfirter - Monad IV (2010)

 

Pfirter

 

Disco- Monad IV (2010)

 

Reto, hipnótico, como uma flecha laser ativando dispositivos que parecem causar estranhos delírios cinzentos pelos circuitos dos nossos mais introspectos fragmento de sanidade. E isso é diluído no coquetel sintético do argentino Juan Pablo Pfirter e seu dispositivo futurístico Monad IV.

“Arcon” adentra das camadas lineares, causa curto circuitos na passagem e vai abrindo portas irreais enquanto o estado de consumação torna o ritual um techno mântrico e assustador.

Monad IV faz parte de uma série de Eps digitais que se traduzem de forma conceitual, sob a batuta do selo artefactos Estroboscópico. A história gira em torna da evolução da Monad (Filosofia Grega que traduzida significa unidade) até sua evolução para a Díade (musicalmente uma evolução de notas que formam um acorde, tríade, tétrade etc).

Se os gurus cósmico do Popol Vuh recebessem a humanidade em outra galáxia, certamente a trilha sonora seria “Supraventricular” um tribalismo enlatado que geme como uma mecanismo futurístico;ensurdecedor, como um elo ancestral entre máquina e homem em outra dimensão do cyberspaço.

e “Materia” encerra o percurso pelos vastos campos do universo, onde o techno há muito parece encontrar-se com forças extra sensoriais que dialogam em linguagens indecifráveis. E essa certeza se perpetua ouvindo esse verdade monólito compactado em complexos cálculos; comandado por Juan Pablo Pfirter. Se há uma evolução para as leis da música; ela está nas mãos desses cyborgs e nossos ouvidos agradecem com exóticas flutuações.

Para ouvidos entorpecidos por: monólitos alienígenas, techno futurístico; tecnologia; tribalismo; techno, gravidade zero e rituais cyborgs.


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

Link>

Download

1.9.11

Jeff Mills – 2087 (2011)

Jeff Mills

 

Disco – 2087 (2011)

 

O ano é 2087, o ser humano é proibido de pensa por si mesmo e todos são controlados pelo governo, essa é a base para Cyborg 2087 – filme dirigido por Franklin Adreon em meados dos ano 60 e foi a inspiração necessária para o mestre Jeff Mills assinar mais uma inacreditável obra de arte do Techno.

Se o cyborg criado por Arthur C. Pierce para a película volta do futuro afim de evitar que uma descoberta irá colocar em risco o futuro da humanidade, Jeff Mills parece residir lá, nas dimensões longínquas de um futurismo minimalista centrado no Techno; para abrir complexos dispositivos onde só ele sabe decodificar sua linguagem.

O ano é 2011 e “2087” é um mergulho num antídoto, onde nossas sentidos em miniatura, passam a fazer parte de um intricado jogo de percepções; no meio, nossas coordenadas apontam para extremidades exóticas, feixes sintéticos que preenchem os mais diversos campos do nosso sistema nervoso, nossa atividade cerebral é uma cobaia para experiências; inigualáveis, onde o mestre ergue camadas sobrepostas que se diluem nas taças do tempo; recombinando movimentos, samplers progressivos saem dos poros das moléculas sonoras, fascinante delírios de repetições fragmentárias, andamentos que seguem pistas não lineares que desafiam as leis da física e a desmontam na pista, onde voltamos lisérgicos de nós mesmo, (ouça Programmed To Kill e entenda) tudo sob a batuta de uma lenda…Jeff Mills.

Obra de arte.

Para ouvidos entorpecidos por: Techno, Cyborgs, pistas hipnóticas, filmes futurísticos, capsulas surreais, Jeff Mills.


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

 

Dadub-Monad_VIII (2011)

 

Dadub

 

Disco-Monad_VIII (2011)

 

Existe uma lógica que defina a estrutura molecular da música? Existe uma metafísica baseada em conceitos sonoros empregados por desbravadores sônicos? se existe, fica evidente em alguns discos como “Monad_VIII” que parece resistir à idéia; que uma canção deve obedecer fórmulas e dispositivos pré-estabelecidos. Esse parece ser também a linha conceitual do selo berlinense “Artefactos estroboscópica”.

Seu mais novo artefato segue os cálculos herméticos;caro aos mais nobres desejos de desequilíbrio e vanguarda. Dadub - Monad VIII é um monólito;que, ao ser resgatado de um planeta distante, revela-se hipnoticamente sedutor.

Dadub também cita Ilya Prigogine ( Nobel de Química de 1977, pelos seus estudos em termodinâmica de processos irreversíveis com a formulação da teoria das estruturas dissipativas) e nos remete ao irreversível e ao inderminismo causando por sua ambiência sobrepostas de ruídos, samplers, batidas techno-tribais aliens acoplados como uma sonda;captando informações centrais do nosso cérebro.

O disco termina, como se esse monólito tivesse sido abandonado numa paisagem distante, esquecido pelas civilizações mas emitindo freqüência que provocarão transes irreversíveis no primeiro contato.

Para ouvidos entorpecidos por: Moléculas sonoras, Pontos flutuantes, Techno space, transes cósmicos, delírios cyborgs.

 

Link>

Download

8.7.11

Jan Jelinek - kosmischer pitch (2005)

Jan Jelinek

 

Kosmischer Pitch (2005)

 

“universal band silhouette” chega lentamente, como num cerimonial hipnótico cyborg que vai se fragmentando em organismos mórbidos não menos fascinantes. Assim abre o sintético vasto universo krautrockano ou como Jan Jelinek gosta de divagar, seu techno minimalista centrado na lisergia dosada em atmosféricas densas e inimagináveis.

Mergulhar nos oito monólitos indecifráveis se reveste numa empolgação magica, como se tivesse encontrado um estranho e intrigante brinquedo que por alguma razão, você  sente que faz parte do universo dele e ele do seu.  Jan jelinek - kosmischer pitch  é como se achar as asas de alguma nave espacial num canto qualquer ou excêntricas inscrições que você jura que não são desse mundo. Um absurdo sonoro raro, uma peça que se metamorfoseia em partituras ilegíveis vinda do futuro, onde a anti-matéria é desenhada nas claves softwerianas com maestria. O krautrock nunca morreu, ele tem seu mais profícuo e indomável legado, o techno.

 

Para ouvidos entorpecidos por: The Cosmic Jokers, Tangerina Dream, Popol Vuh, Kraftwerk, Flying Lotus.